São Bernardo enfrenta chuva, granizo, falta de luz e alagamentos no segundo dia do ano

O ano de 2017 mal começou e as chuvas de verão já mostraram neste dia 2 de janeiro o que a cidade de São Bernardo do Campo pode esperar para as próximas semanas.

Com direito a granizo e queda de árvores, até mesmo a Prefeitura ficou sem energia elétrica na tarde desta segunda-feira.

Curiosamente, este também foi o primeiro dia de trabalho da equipe do novo prefeito, Orlando Morando, nas dependências do Paço Municipal.

Moradores entraram em contato com a equipe do SBC INFO indicando alagamentos e enchentes nos bairros de Vila São Pedro, Baeta Neves, Alves Dias e Riacho Grande.

Parte da Rua dos Vianas ficou coberta pela água (Fotos: Samuel de Sousa)

Drenar
Segundo o jornal Diário do Grande ABC, a principal obra do Drenar, o piscinão do Paço Municipal, será entregue somente em março, justamente após o período regular de chuvas.

A nova data de entrega do projeto que pretende acabar com as enchentes na cidade foi anunciada por Luiz Marinho no final do ano, durante entrevista coletiva.

O agora ex-prefeito culpou o Ministério das Cidades que teria atrasado o repasse de R$ 57 milhões para a continuidade de serviços de galerias pluviais que permitiriam ativação da absorção de água.

Marinho também transferiu parte da culpa pelo atraso nas obras ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) que havia se comprometido em liberar R$ 50 milhões para uma ação denominada de tamponamento.

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2 comentários em “São Bernardo enfrenta chuva, granizo, falta de luz e alagamentos no segundo dia do ano

  • 2 de janeiro de 2017 em 19:56
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    A imagem da enchente / alagamento na R. dos Vianas, confluindo com a R. Itatiba, mostra que, onde se vê a queda dágua, há um córrego entubado que passa por debaixo da via, o córrego Saracantam que nasce depois do Cemitério Jd da Colina à direita, paralela com a R. dos Vianas quase próximo do morro divisa com a R. Carijós em Santo André. Neste local de alagamento, ali se encontra ambulantes fixados com barracas que acumulavam resíduos recicláveis bem na beira do córrego aberto. Fiscalização nunca houve e a prefeitura nunca executou plano de ação em cercar com grades e limitar ocupação nas margens do córrego. Todos os resíduos que ali estavam, estão por toda a extensão do córrego e talvez, obstruindo galerias no paço!!!

  • 3 de janeiro de 2017 em 08:58
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    Como todo petista, Marinho mente e tenta jogar a culpa de sua incompetência nos outros. O Governo de SP já esclareceu que o convênio e o pagamento não foram efetuados em 2015 devido a impedimentos legais da Prefeitura junto ao Cadin. As obras são de responsabilidade da Prefeitura. E também a lei proíbe celebração de convênios em período eleitoral. É sempre mais fácil culpar tucanos que assumir a responsabilidade.